Quem me inspira:

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March. 14. 2014. 12:53 am 2 notes

Homofobia no futebol: Corinthians X São Paulo

March. 14. 2014. 12:51 am

Sobre a vitória dos Garis do RJ

March. 14. 2014. 12:48 am 6 notes

3° Grande ato contra a Copa. 13/03

February. 26. 2014. 11:19 am

Video Parte II

2º Grande Ato Contra os Investimentos da Copa

Foi uma barbárie. O governo federal de Dilma do PT e  estadual de Alckmin do PSDB se aliaram contra aqueles que lutam por um mundo melhor.

DITADURA NUNCA MAIS!

February. 25. 2014. 02:01 pm 3 notes

Polícia Militar transforma centro de São Paulo em praça de guerra

 

Forte aparato repressivo
A manifestação convocada para as 17h na Praça da República em protesto contra os gastos da Copa e em defesa dos serviços públicos começou já tensa, com um gigantesco aparato repressivo que praticamente sitiou a região central. Milhares de policiais militares, incluindo soldados da Tropa de Choque e um helicóptero, tomavam a Praça da República, cercando os manifestantes que se reuniam no local. Nem os advogados escaparam das revistas realizadas pela polícia.

No início do ato, quando a passeata deixava a praça, os cerca de dois mil manifestantes sentaram no chão e realizaram um jogral, no qual reafirmavam o caráter pacífico do protesto. A passeata foi escoltada pela PM e a Tropa de Choque e, apesar da intimidação, não houve confrontos ou qualquer tipo de provocação por parte dos manifestantes. Apesar da tensão, o clima era de tranquilidade por parte dos manifestantes que cantavam palavras de ordem como  “pula, sai do chão, essa Copa é do patrão”, em referência ao fato de os principais beneficiados com o megaevento serem a FIFA, os empresários e as empreiteiras. 

Repressão gratuita
Quando os manifestantes se aproximavam do metrô Anhangabaú, pouco depois de saírem em passeata, a Tropa de Choque partiu com violência para cima dos ativistas sem qualquer motivo, lembrando a ação realizada no dia 13 de junho. A Tropa de Choque “cortou” a manifestação, isolou o quarteirão da rua Xavier de Toledo e cercou um grupo de dezenas de manifestantes. Com cassetetes, espancavam os manifestantes, na maioria jovens, e “pinçavam” de forma aleatória pessoas que eram imobilizadas e detidas.

Pelo menos 5 repórteres e fotógrafos foram presos e agredidos. A reportagem do PSTU flagrou o momento em que um “P2” desferiu um soco em um cinegrafista do SBT. 

A imprensa foi expulsa do local com golpes de escudos e cassetetes. A partir daí, a repressão se espalhou pelas ruas do centro. Pessoas que estavam em bares próximos foram atingidas com gás lacrimogêneo e passavam mal. Até mesmo blocos de carnaval que desfilavam pela região foram atingidos. Muitas pessoas que não tinham nada a ver com o protesto choravam pelo gás e de indignação.

Pelo menos três ônibus da PM chegaram para remover os detidos que, segundo informações da imprensa, chegavam a 120. 

ATUALIZAÇÃO | O Saldo final de detidos segundo a Polícia Militar foi de 262 pessoas. Em entrevista coletiva nesse dia 23, o comandante de policiamento do centro, coronel Celso Luiz Pinheiro, admitiu que a ação da polícia se deu sem que houvesse qualquer tipo de depredação. Segundo ele, policiais infiltrados haviam detectado a ‘iminente e grave probabilidade’ da ‘quebra da ordem’, o que teria dado início à repressão.

February. 24. 2014. 02:47 pm 4 notes

2º Grande Ato Contra os Investimentos da Copa

Foi uma barbárie. O governo federal de Dilma do PT e  estadual de Alckmin do PSDB se aliaram contra aqueles que lutam por um mundo melhor.

DITADURA NUNCA MAIS!

February. 19. 2014. 03:42 pm

Entre os dias 25 e 30 de janeiro do 2014, a força aérea do ditador sírio Bashar al-Assad bombardeou Daraya, um subúrbio de Damasco (a capital do país) dominado pela oposição, com os chamados “barris explosivos”. Esse vídeo mostra os bombardeios e suas terríveis consequências para a população. 

February. 14. 2014. 01:41 pm

Transexualidade e Capitalismo.

Uma tentativa de explanar as questões LGBT’s sob a ótica marxista.

por um trotskista militante do movimento LGBT. 


Na semana do dia 29/01, ocorreu em São Paulo, na Escola de Teatro, um ciclo de debates sobre  a visibilidade trans - ótima iniciativa por sinal. Esse ciclo de debates foi muito proveitoso pra mim, apesar de gay, não tenho tanto conhecimento a respeito do “T” da sigla LGBT’s.

No entanto, na quinta feira, ocorreu um debate sobre o mercado de trabalho para as/os transexuais e travestis, e o que eu vi, na minha opinião, foi no mínimo vergonhoso.

A mesa era composta pelo diretor da Escola de teatro – que faz um trabalho ótimo, que emprega várias trans e travestis na escola, como recepcionistas e secretárias -, um empresário gay “bem sucedido” pros padrões capitalistas e uma empresária trans, também muito “bem sucedida” , além deles, teve a participação de um representante de algum orgão público (acho que era do Estado de SP) voltado para o desenvolvimento de políticas para as/os trans e travestis. (Salvo engano, estes eram os debatedores). O debate centrou em duas coisas. Meritocracia e sugestões de melhora, ou seja, estudem que vocês conseguem, pois, hoje, no sistema capitalista que vivemos há lugar pra todos.

Uma mulher trans, ativista do movimento LGBT, deu seu depoimento de vida. Resumidamente, abandonou a escola logo cedo por não aguentar as pressões e opressões que vivia por ser uma mulher trans. Deixou o nordeste e veio à São Paulo em busca de melhores condições de vida. Não conseguiu. Em seu depoimento, disse que se prostituia para conseguir pagar o aluguel e suas necessidades mínimas. Disse que não conseguiria ir para a escola, pois primeiro tinha que tratar de sobreviver.

Na mesma hora, a representante do órgão público em resposta ao depoimento, afirmou que conseguiu terminar  o ensino fundamental e médio. Só se esforçou e conseguiu, e que isso não poderia ser usado como “desculpa”, pois havia muitas saídas, só procurar.

Seguindo o debate, a empresária, disse que a questão principal do desemprego, fora o preconceito em si, é a falta de qualificação das mulheres trans. Que isso era um problema constante. O mesmo discurso foi usado pelo diretor da Escola de Teatro.

E um outro argumento que foi usado pelo Empresário gay, do ramo de consultoria, é que sua empresa faz um esforço para levar às empresas que presta trabalho, a questão da inserção dos LGBT no mercado de trabalho. Disse que o era um caminho longo o que fazia nas grandes empresas, mas que é um debate ascendente este, e que já era possível começar a ver mudanças.  Ou seja, trabalhamos por pequenas mudanças. Reformando aos poucos, chegaremos a uma sociedade igual.

Uma resposta desejada.

Pensando no que foi discutido, saiu isso ai.

Em primeiro lugar. Meritocracia é uma das faces mais cruéis do capitalismo.” Tudo que vivemos hoje é fruto de seu mérito, da competição. Se uma criança tem boas notas, foi uma questão de mérito. Passou no vestibular? Mereceu. Um bom emprego e salário? Aaah, ele deu tudo de si pra isso.”

As pessoas esquecem que não somo iguais nem fisicamente, nem socialmente. E o social é o “X” da questão. Ouvir histórias de superação pessoal, de no caso, mulheres trans que superaram as dificuldades e conseguiram  estudar e se inserir no mercado de trabalho, como ouvi de alguns debatedores no dia, é lindo, me alegra e mostra a força que cada um tem. Mas generalizar isso é um pecado.

Cada um nasce num berço. O filho do rico empresário e o filho do pobre trabalhador, podem ter nomes iguais, mas nunca no sistema capitalista serão iguais. Um aos 10 anos falará 3 idiomas diferentes , enquanto ao outro, no mínimo conhecerá a cruel linguagem das ruas. Um terá a oportunidade de estudar nas melhores escolas particulares, e ao outro? Talvez estude em uma escola pública onde tenha, pelo menos, se tiver sorte, professores efetivos em todas as matérias. Um por fim entrará numa faculdade pública de excelência, talvez vá fazer um intercâmbio na Europa,  enquanto o outro seja obrigado a largar a escola para trabalhar e ajudar a família.

As/os trans e travestis primeiramente são castigados a nascer nessa sociedade transfóbica, onde ser trans, é sofrer de um “transtorno”. Não tem nenhum acompanhamento psicológico, seja da família ou de profissionais, para auxiliar em suas descobertas. Tais descobertas são feitas da pior maneira possível. Primeiro todos a sua volta já te chamam de “viadinho”, “bichinha” e etc. Depois de um tempo você entende, dolorosamente, o que se passa com você, (a partir de agora, não vivi na prática o que vou escrever). Depois de um tempo, você não se enxerga mais como um menino (ou menina), mas sim ao sexo oposto, que pra você, faz muito mais sentido do que ser aquilo que te disseram que você era por toda a sua vida.

Depois de toda a descoberta e consciência do que se passa. Uma auto afirmação, te coloca pra fora de casa, da escola, da vida social. Te jogando à guetos da sociedade. Te levando a prostituição como única forma de sobrevivência.

Vou listar algumas variáveis:

*Nasceu em que classe social?

*Família apoia?

*Parentes (tios, avós, etc) apoiam?

*Consegue estudar?

*No bairro é tranquilo?

É possível que, se em algum destes itens, conseguir responder sim, as coisas sejam um pouco melhores, e a/o trans consiga se desenvolver socialmente (estudo, trabalho, família…)

Nem vou comentar o que ocorre…

Por tanto meus queridos, parcialmente concordo que a deficiência  no ensino e profissionalização seja um entrave  para o desenvolvimento das/dos trans. Mas se querem, remediavelmente, fazer alguma coisa nesse sentido, não fale que os oprimidos são os culpados da sua opressão.  “Que é possível estudar sim,  pois ‘eu’ consegui, então você consegue também!”. Não, não consegue pelas diversas situações objetivas de vida que cada um está posto.

Lembro que o representante da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, propôs uma agenda política para concretizar em ações o debate. As propostas eram justas e se forem postas em prática, vão representar uma portinha pequena para a inserção das/dos trans na sociedade em geral.

Porém, estamos tratando de reformar o sistema capitalista nos moldes capitalistas.

Vamos lá!

As/os trans, travestis, lésbicas, gays, bissexuais, negros, mulheres, estrangeiros e qualquer  outro grupo marginalizado e oprimido em nossa sociedade, só se libertará de suas correntes numa revolução socialista. Só desfrutarão da vida plena, numa sociedade comunista.

Pq?

O sistema capitalista é baseado na exploração de um ser humano sob outro. “Não entendi, explica!”. No sistema capitalista, algumas pessoas detém o monopólio dos meios de produção, ou seja, os maquinários (ferramentas, máquinas, e etc); além disso, detém as tecnologias necessárias para produzir (a que temperatura e sob quais produtos eu passo um copo de vidro pra ele ficar do jeito que a gente conhece?). Além disso, elas detém um dinheirão suficiente para manter as máquinas e investir em tecnologias e etc. Mas como eles conseguem tanto dinheiro e o monopólio dos meios de produção e técnicas? Através da exploração. Sim, a cada trabalhador que tem, ele paga somente um mínimo necessário para que ele sobreviva e consiga continuar trabalhando, e o restante do lucro, ou melhor, da valorização pelo trabalho que o trabalhador faz sob a matéria prima, vai pro bolso de quem? É, das pessoas que detém os meios e técnicas de produção. Os burgueses.

Numa sociedade que se baseia no roubo de um sob outro, será impossível a igualdade entre as pessoas. Esse sistema, mesmo na Suécia, que é a vitrine do capitalismo e do modelo da inclusão de todos os segmentos da sociedade, tem crises de super produção cíclicas (tem matéria prima, meios e técnicas pra produzir para todos, mas a busca pelo lucro faz com que burgueses entre si, se destruam para manterem suas margens de lucro), a última de 2008, que tem reflexos até os dias de hoje é prova disso. Nessas crises, alguns grupos são usados como “bode expiatório”. Na maioria das vezes são os imigrantes, mulheres, grupos étnicos, LGBTs. Estes segmentos são novamente postos à margem da sociedade (pensando na Suécia que é “o modelo de perfeição” a ser seguido), e assim, são “melhor explorados” pelos burgueses. Sob estes “bodes expiatórios”são dados os piores trabalhos e os de menor salário. Quando não são vítimas de discursos perversos de aniquilação, por parte de governantes que tentam justificar a crise como responsabilidade destes grupos.


Só atingiremos uma vida plena, livre de opressões, numa sociedade onde o sistema de produção não seja pela exploração de um por outro. Só no socialismo ocorrerá isso. Onde não haverá mais donos e explorados, mas sim todos trabalhadores, para um fim único, a vida coletiva e a manifestação da expressão máxima da humanidade e suas capacidades.


Por isso:

1-Pela retirada imediata da lista de doenças a identidade de gênero, assim como o termo “transtorno de gênero”.

2- Pelo direito a resignação sexual, sem burocracia e transfobia nos consultórios.

3- Isso tudo, só será possível se:

              *exigimos a aprovação da Lei da Identidade de Gênero, a conhecida “Lei João Nery”.

4- Pela aprovação da PLC 122. Ódio nunca mais!


por um revolucionário socialista militante do movimento LGBT

February. 11. 2014. 10:59 am 2 notes

Algumas impressões dos revolucionários socialistas para a volta das mobilizações.

#NaCopaVaiTerLuta

February. 01. 2014. 04:00 pm

Yarmouk: liberdade à Síria, libertação à Palestina

February. 01. 2014. 08:00 am 6 notes
Só a luta muda a vida! Por isso#NaCopaVaiTerLuta

Só a luta muda a vida! Por isso
#NaCopaVaiTerLuta

via aosolhosdasociedade
January. 31. 2014. 04:00 pm 1 note

A necessidade da autodefesa dos movimentos sociais

January. 30. 2014. 08:00 am 314 notes

(Source: revolucion-es-poesia)

via naofoidito
January. 29. 2014. 04:00 pm 213 notes
via libertarias1
January. 29. 2014. 10:33 am 1 note

Dia 29 de janeiro, é Dia da visibilidade trans.